05 setembro, 2008

Vingança... só uma mulher se lembraria de tal

Ela passou o primeiro dia empacotando todos os seus pertences em caixas,
engradados e malas. No segundo dia, ela chamou os homens da transportadora
que levaram a mudança. No terceiro dia, ela sentou-se pela última vez na
bela mesa da sala de jantar, à luz de velas, pôs uma música suave e 
deliciou-se com uns camarões, umas tostas barradas em caviar e uma garrafa
de Chardonnay.
 
Quando terminou, foi a cada um dos aposentos e colocou alguns pedaços de
cascas de camarão bem besuntados com caviar nas cavidades dos varões das
cortinas. Depois limpou a cozinha e foi-se embora.
 
Quando o marido retornou com a nova namorada, estava tudo um brinco nos
primeiros dias. Depois, pouco a pouco, a casa começou a cheirar mal. Eles
tentaram tudo: limpando, lavando e arejando a casa. Todas as aberturas de
ventilação foram verificadas à procura de possíveis ratos mortos, e os
tapetes foram limpos com vapor. Desodorizantes de ar e ambiente foram
pendurados em todos os lugares. A empresa de combate a insectos foi chamada
para colocar insecticida em todos as canalizações. O serviço levou dias para
ser concluído. Durante esse período eles tiveram de sair da casa e no fim
ainda tiveram de pagar para substituir o caríssimo tapete de lã.
 
Mas nada funcionou!
 
As pessoas deixaram de visitá-los...
Os funcionários das empresas de consertos recusavam-se a trabalhar na
casa...
A empregada demitiu-se...
 
Finalmente, eles não suportavam mais o fedor e decidiram mudar-se. Um mês
depois, apesar de terem reduzido o valor da casa em 50%, eles não
conseguiram nenhum comprador para a casa fedorenta. A notícia espalhava-se,
e nem mesmo as imobiliárias locais aceitavam a incumbência da venda.
 
Em desespero de causa, eles resolveram pedir um empréstimo ao banco para
comprarem uma casa nova.
 
Um dia a ex-mulher ligou para o marido e perguntou como andavam as coisas.
Ele falou-lhe no martírio da casa podre. Ela escutou pacientemente e disse
que sentia muitas saudades da casa antiga e que estaria disposta a reduzir a
parte que lhe caberia no acordo de separação dos bens em troca da casa...
Sabendo que a ex-mulher não tinha ideia de como estava o fedor, ele
concordou com um preço que era cerca de 1/10 do que valeria a casa... Mas só
se ela assinasse os papéis naquele dia mesmo. Ela concordou e, em menos de
uma hora, os advogados deles entregavam os documentos.
 
Uma semana depois, o homem e a sua namorada assistiam, com um sorriso
malicioso, aos homens da mudança a empacotarem todos os seus pertences para
serem levados para a sua nova casa...
... incluindo os varões das cortinas !!!!!!!!!!

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